RELEMBRANDO ALBERT SCHWEITZER

RELEMBRANDO ALBERT SCHWEITZER

A PIOR TRAGÉDIA NÃO É QUANDO O HOMEM MORRE, A PIOR TRAGÉDIA É AQUILO QUE MORRE, DENTRO DE UM HOMEM, ENQUANTO ELE ESTÁ VIVO….. (Albert Schweitzer)

 

 

Relembrando Albert e Hélene, um casal que fez história juntos, é revigorar a força dos casamentos, apesar de tudo, que deram certo e das amizades.

Albert Schweitzer era formado em teologia e filosofia, pela Universidade de Estrasburgo. Ali foi logo depois nomeado docente, em 1901. Tornou-se também um dos melhores intérpretes do compositor clássico Wolfgang Bach e respeitável construtor de instrumentos musicais (órgãos).

Atingiu o ápice do sucesso pessoal já aos trinta anos. Era professor numa das mais notáveis universidades européias. Sua reputação como escritor e músico crescia. No entanto, Schweitzer abandonou a vida de sucesso, a perspectiva de auferir bens materiais, fama e poder. Partiu com Hélene para o país então mais pobre do mundo, na África. Em Gana e outras colônias francesas seres humanos, numa total orfandade de cuidados e assistência médica, debatiam-se para sobreviver na dura vida da selva. Locais, então, de pior condição de vida do planeta. Nunca mais voltou ao sucesso da Europa. Mesmo assim, ele acabou se tornando prêmio Nobel da Paz em 1952.

Construiu uma história de realizações pelo outro: hospitais, tornou se médico, instituiu escolas e efetuou sua obra escrita. O contato com a natureza fez dele um pensador que, hoje, é revisitado também na área socioambiental.

 

REVERÊNCIA PELA VIDA

 

A revelação pessoal veio numa viagem de canoa, à noite, com amigos trabalhadores negros africanos, em rio no meio da selva. A percepção da vida vegetal e animal. Deus, o sentido, a luz, é a reverência pela vida. O grande milagre diante de nós.

Sua esposa e confidente Hélene Bresslau Schweitzer foi essencial no seu trabalho missionário. Médica alemã, enfermeira, assistente social, linguista, entusiasta da medicina pública, editora, feminista, socióloga.
Seu trabalho porém só teve seu reconhecimento póstumo na obra publicada de Schweitzer.

Leave a Reply

Your email address will not be published.