Ana Cristina César: Documentário

Ana Cristina César: Documentário

Filha do sociólogo e jornalista Waldo Aranha Lenz Cesar e da professora Maria Luiza Cruz, Ana Cristina Cruz Cesar nasceu em uma família culta e de classe média carioca. Irmã de Flávio Cesar (viúvo de Gabriela Leite, fundadora da Daspu) e de Filipe Cesar, ambientalista atuante na regiao da Mantiqueira.

Antes mesmo de ser alfabetizada, aos seis anos de idade, já ditava poemas para sua mãe. Em 1969, Ana Cristina Cesar viajou e passou um período em Londres, onde travou contato com a literatura em língua inglesa. Quando regressou ao Brasil, com livros de Emily Dickinson, Sylvia Plath e Katherine Mansfield (mulheres que escreviam) nas malas, dedicou-se a escrever e a traduzir, entrando para a Faculdade de Letras da PUC-RJ, aos dezenove anos. Esses dados podem ser conferidos na wikipédia.

VIDA EM EMERGÊNCIA
Ana C. viveu “em estado de emergência”, nas palavras de Florência Garramuño, argentina estudiosa de sua obra e, desse modo, transitou com avidez por áreas distintas, desde a poesia, passando pelo cinema, pela crítica literária e pela tradução.

ARTISTAS ANGUSTIADOS
Ana Cristina Cesar (1952–1983) morreu jovem, aos 31 anos, depois de uma longa batalha contra a depressão. Escreveu muito. Publicou poucos livros — apenas um por uma editora e outros em edições do autor (a Biblioteca Saint Hilaire está disponibilizando livros de Ana Cristina César para consultas, veja mais em ecofilosofiapratica.com.br). Por muitos anos, seus poemas circularam entre um público restrito, em papel mimeógrafo, até que sua produção foi reunida em ‘Poética’ (Companhia das Letras, 2013).

O nome do documentário é BRUTA AVENTURA EM VERSOS. Será repetido no final de semana (29, 30 de maio de 2021). Disponível no youtube também.

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